quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Tratando energias e magias nocivas que recebemos usando o Lótus


Para iniciados nível 1 como proceder se sentirem que receberam energias densas e estão passando mal, com pesos nas pernas, desanimo e com tudo acontecendo de forma irregular.

Tome por 7 dias banho de infusão com as seguintes ervas: arruda, pétalas de rosa branca e guiné. Incluindo a cabeça quando lavar os cabelos. 

Incense a área que for usar pedindo aos guias que purifiquem o local. Sente-se e com calma, faça a prática diária de lótus completa. Depois ative o Lótus como aprendido na iniciação, sinta-o também em seu coração e a Divindade em sua esfera de unidade plena em sua mente. Sinta a energia de Kwan Yin se aproximando de você. Sinta o Lótus ativado nas mãos e passe-as pelo corpo como que limpando sua energia. Ele gira-rá fortemente. Peça que remova em você todas energias, magias e negatividades que possam estar em você. Sinta a luz entrar e as energias densas caindo e se diluindo.
Ao findar coloque-se na mão (qualquer uma das duas) e de os comandos limpar, purificar da lótus.
Após sentir ou ver você purificado de a sequencia de comandos sentindo cada um atuando até parar: paralisar energias e seres negativados, desconectar do meu ser, desmanchar magias e artefatos, encaminhas seres para os centros de Kwan Yin de acordo com a necessidade de cada um, tratar e curar as causas pelas quais os seres e pessoas lhe enviaram as negatividades, tratar o carma até extinguir, libertar a todos, purificar mais profundamente. Uma das mãos serve como base para lótus e a outra pode mover-se livremente para fazer movimentos intuitivos sobre a flor formada na mão contrária. Depois sinta a fonte universal descendo sobre você e deixe sua mente repousar em paz.

Normalmente quando sentimos este tipo de energia, que não nos cabe questionar se existem ou não, porque os fenômenos percebidos são muitos, é importante purificar a casa também, incensando, borrifando nos cantos água fluidificada com a energia da Lótus ou chá de Jasmin embebido em álcool. Visualizamos uma grande Lótus debaixo do prédio, do apartamento ou da casa e pedimos que ela purifique todo ambiente. Vamos percebendo e sentindo ela girar e girar até purificar tudo! Colocamos OM MANI PADME HUNG no ambiente, isso gera ondas harmônicas de luz!

Esta prática é muito importante! Vivemos num mundo onde os conflitos energéticos são frequentes e se purificar é fundamental.

Bjos Yasoha 

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Retiro 2018 - As Cinco Jóias da Mãe de todos os Budas



Programa do Retiro de Lótus novembro de 2018 – AS 5 JÓIAS DA MÃE DE TODOS OS BUDAS – KWAN YIN!

As 5 jóias são as 5 manifestações no mundo que conhecemos dos 5 elementos primordiais e dos 5 Budas que regem estas energias. Quando O Absoluto gera sua luz, ela se manifesta para nós em infinitas combinações destes 5 princípios essenciais. Esta prática foi revelada ao longo do ano de 2018 e algumas partes dela podem ser vistas no site: http://www.lotussagrada.com.br. As transformações e a luz que podemos atingir com elas, as almas que podemos auxiliar a evoluir assim como a vida de afetos e familiares são maravilhosos. As práticas feitas em retiro e em grupos tem maior poder no universo em que habitamos, assim este retiro é uma benção única! Venha participar!

Pré-requisito – Lótus nível 1.
Uma semana antes do retiro evitar: produtos embutidos, com conservante, álcool, fumo e drogas.
Fazer a oração de Kwan Yin todos os dias.

Kwan Yin em todas as suas manifestações, mãe amada, amor mais alto que meu espirito busca,  vinde agora e tome consciência de mim. Envia teus guardiões para me proteger e aos que estão ligados a mim, eleva e ascenciona meus ancestrais, liberta-me da ilusão, da ignorância e dos venenos do corpo, da fala, da mente e do espirito. Remove todos os meus véus. Dá-me sabedoria, abundância na matéria, humildade, generosidade, amor compassivo, simplicidade, saúde e mente serena. Ilumina e protege meus Mestres, guias e todos praticantes da Lótus, transforma-me no ser iluminado budico que é um com Buda, no ser capaz e de coraçao resplandecente que auxilia todos seres sencientes a sairem da roda dos sofrimentos e das reencarnações. Dai me firmeza de propósito, tranquilidade e teu amor. A ti ofereço tudo o que faço, como e penso. Te amo sagrada mãe agora e para sempre! 

Que tudo seja luz, EU SOU EU SOU EU SOU iluminado.


       OM MANI PADME HUNG (3, 7, 21 ou 108x)

(entoado com som ou mentalmente o tempo todo... assim a mente não se distrai na negatividade)
(Copyright maio de 2013, Gabriela Irigaray - Yasoha)


Sugestão: Tomar banho de pétalas de rosa branca com alfazema ou lavanda, em infusão da cabeça para baixo nos 7 dias anteriores ao retiro. 

Material, colchonetes para sentar, garrafinha de agua para manter agua fluidificada, um cristal de quartzo de qualquer cor e um vaso pequeno (pratico) de qualquer flor com pratinho.

Sexta-feira
11:00 – inicio da chegada das pessoas
14:00 – Apresentação e vivencia de integração do grupo.
15:00 – Inicio da Pratica de Guardiões e sua ancoragem.
16:30 – Intervalo e cofee (chá e bolachinhas)
17:00 – Vivência de remoção de obstáculos da vida! Pratica do Grande Guardião!
18:30 – Intervalo para janta e descanso.
19:30 – Pratica Longa de Lótus e ancoragem da luz!
21:00 – Oração da Noite e final do dia.
Sábado
8:00 – café da manhã
8:30 – Inicio das funções e oração da manhã
8:50 – Invocação dos Guardiões e Prática da Lótus Prateada
10:00 – Intervalo de cofee
10:30 – Invocação e Pratica de Lótus de Esmeralda – Expansão e Cura.
12:00 – Intervalo para almoço e descanso.
14:00 – Pratica da Lótus de Rubi Flamígero – Amor e Vida.
15:30 – Intervalo
16:00 – Prática da Lótus de Diamante – Plenitude e Prosperidade.
18:00  – Intervalo para interação e janta.
19:30 – Prática da Lótus de Cristal – Espaço e Luz.
21:00 – Oração da Noite e encerramento do dia.
Domingo
8:00 – Café da manhã
8:30 – Pratica Final das 5 Jóias Sagradas!
10:00 – Cofee
10:30 – Vivência e palestra de encerramento com a benção de proteção!
11:30 – Encerramento das atividades.


quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Anciãos

Anciãos! É assim que chamamos os sábios que se manifestam através dos canais da Lótus. São espíritos ancestrais, de todas as partes do mundo e de muitas eras. Preferem aparecer como idosos para falar de sabedoria, de experiência de vida, de orações e do cuidado com a família. No oriente em muitos países onde não há aposentadoria, as famílias cuidam de seus idosos e estes das crianças.

 O respeito oriental pelo ancestral é algo que aprendemos através de antigas histórias e da mídia atual. Mestres e Mestras são admirados por sua sabedoria e espantosa saúde.

Na Lótus eles são representados por Anu Kwan Yin, senhora das fontes naturais e por Kwan Yin do Salgueiro que é a protetora das benzedeiras e curandeiras.

Muitos alunos da Lótus podem chegar no caminho da compaixão guiados por estes amados irmãos de muita luz.

Meditar e Orar com eles traz paz e sabedoria sem igual.

Suas tradições e culturas acrescentam a medicina popular oriental, o xamanismo da cordilheira do Himalaya e as culturas do sul. Sendo uma manifestação nova na Lótus vamos saber mais ao longo dos anos.

Oração para ter sua benção e proteção:

Amada Kwan Yin, senhora da luz do coração da sabedoria, enviai seus amados anciãos para nos guiar, ensinar e cuidar. 
Queridos anciãos do caminho da Lótus, gratos já vos somos por todo seu carinho e amparo. Que paciência, amor e compreensão com todos idosos seja sempre nossa realidade. Pedimos que protejam sempre nossas crianças e todos que já chegaram na terceira fase da vida! OM MANI PADME HUNG!

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Idade dos nossos textos

Este blog teve seu início em 2009 e é um verdadeiro compendio de textos que vale ser estudado! Ele é feito com carinho para que todos tenham acesso aos conhecimentos!
A Lótus teve seu início nesta existência em maio de 2001 no Festival de Wesak.
Sua jornada é tão antiga quanto as muitas manifestações de Kwan Yin e a cada época ela toma sua roupagem para que fique mais próxima e compreensível pelas pessoas de seu tempo.
Que a compaixão (compreensão isenta de julgamento) ilumine suas vida.

Guardião Mahakala Senhor da Eternidade Guardião de Todos os Caminhos

Mahakala ou Maacala, em sânscritoमहाकालtransl.: Mahākāla é uma divindade comum ao hinduísmobudismo e siquismo. No hinduísmo é mais conhecido como Kala Bhairava ou Kalabhairava, . Em tibetano é geralmente chamado Nag po chen ou Gonpo (Wyliemgon po). Em chinês é conhecido por Dàhēitiān (大黑天) e em japonês por Daikokuten (大黒天). No siquismo é chamado Kal e é o governador de Maya.

Complemento da Senhora Kali, princípio volátil de fogo de Kwan Yin (e vice versa), Mahakala seria uma das manifestações da divindade dentro do arquétipo (idéia) Shiva ou Bará, princípio incriado de onde tudo provem e para onde tudo retorna (caos, ou sopa cósmica ou campo quântico). Na visão grega seria uma manifestação de Aion ou Jano (nome romano) senhor da eternidade, porque é o tempo que não se conta, sendo passado, presente e futuro de qualquer momento existente. Complicado? Apenas pense que ele vigia no seu agora o que aconteceu a milênios ou a um segundo, o futuro não importa qual em milhões de possibilidades e o agora. Assim normalmente é representado com três faces como Hecate (senhora celta dos caminhos que é jovem - ontem, mulher - o agora, e anciã o futuro). Sendo uma energia sem forma onde sua geometria é o triangulo, ou o geomatra, arquiteto que que molda a esfera (o feminino), ele ainda tem uma 4 face, assim como os 4 lados dos caminhos com o 5 movimento dentro de seu segredo íntimo. Não concebemos um triangulo de 4 faces porque se tornaria um quadrado, mas apenas imaginemos que na sua dimensão mahakala que guarda todos os caminhos e segredos também detém dentro e fora de si ou seja, uma quarta e sua relação com o meio lhe da a 5. 
                                                            Rege o chakra básico e o princípio da vida. É por isso que nosso chakra básico tem 4 pétalas, sendo que os hindus atribuem uma divindade regente do chakra, ou ser divino ou deva e 4 auxiliares. Assim temos novamente as 5 faces de mahakala quando entra em movimento. 


Observe a figura. Temos a vida, ou princípio feminino na Lótus do centro, depois os três tempos em descem para terra, para trazer vida. Essa vida se manifesta nas 4 direções a partir do centro. 
Você apenas pode chamá-lo de Guardião da Lótus de 4 pétalas. Dia comemorativo ocidental: 13 de agosto. Dia comemorativo oriental 13 de maio. O certo seria na lua nova de agosto. 

Oração

Mahakala, Guardião da Eternidade, do Tempo e de todos os caminhos, proteja minha vida no darma, guia-me para que não caia na ilusão. Mantém-me na ascensão, na iluminação e na evolução, para que eu possa sair desta roda onde as ilusões e o sofrimento são a educação. 
Mahakala tu que conhece todas as estradas, destroi dentro de mim a semente de minhas distorções, nos caminhos remove os obstáculos apontando a direção certa, me permita curar meu passado, viver pleno no agora e construir um amanhã digno, compassivo, sábio, livre e pleno em luz. Gratidão a ti e tua consorte que permitem a naturalidade dos ciclos da existência.

Mantra: OM SHRI MAHAKALA HUM HUM PHAT SVAHA

Suas 4 pedras são: Granada para o passado, Rubinita para o presente e Rubi para o futuro,  Obsidiana Mogno para sua face interna e Jaspe Sangue ou Heliotrópio para sua face externa. 
Sua flor é a Impatiens Hawkeri vermelha, vela cor de rubi ou simplesmente vermelho, aroma pimenta, oferenda: arroz tingido com pigmento comestível vermelho, levemente temperado com paprica doce e filetes de pimenta dedo de dama (use muito pouco) - para as pessoas que comem carne pode-se acrescentar carne de gado ou frango no risoto, bebida água ou aguardente. Os alimentos na Lótus depois de oferendados e sentirmos que os seus fluidos chegaram ao astral, são alimento servido a todos. 

Para a Lótus todos os seres do ecossistema tem sua forma de sentir, assim sempre agradecemos e encaminhamos a essência do ser que nos serve de alimento, sendo um grão, uma folha ou carne. 



               Compreendamos que a natureza é auto-renovável e que uma parte pequena, e ao mesmo tempo imensurável de tão grande, que é fundamental a tudo, é quando as coisas se despreendem, se separam umas das outras para dar origem a algo novo. Nossos corpos quando queimam num crematório dando origem a cinzas para nutrir a terra e libertar nosso espírito, moléculas que se separam para retornarem a seu estado puro de elementos químicos ou dar origem a um novo elemento. Pó advindo de folhas secas, perfumes de flores que se vaporizam no ar, a própria água e seus elementos que se evaporam para criar nossa atmosfera, o magma que tudo queima e gera novo solo fértil. Quando falamos em natureza e manifestações da divindade, observamos que cada micro-parte do processo é uma forma, uma manifestação deste todo maior que é existir. Na índia veríamos Brahma (energia pura), Vishnu - transformação constante, Shiva - destruição necessária para Brahma voltar a criar e nisso tudo Krishna ou princípio agregador - amor, compaixão, a forma em si. Vemos isso aqui no Brasil nas divindades Olorum ou Zambi (energia pura), Ogum - moldagem da forma, Bará ou Exu - o caos do início e do fim, mas aqui temos mais: Oxumaré como princípio de renovação constante, Xangô como princípio do equilíbrio natural que chamamos de Justiça, Oxóssi como energia expansora e Oxalá como princípio agregador que traduzimos por fé. Tudo são apenas partes de um todo, manifestações, formas que a natureza seja palpável ou cósmica adota na sua continuidade de existir. E todas as manifestações em sua dinâmica ora se manifestam unas (neutras), ora femininas e ora masculinas (não comentarei sobre partículas elétricas e feminino e masculino, porque não são a mesma coisa se observarmos que num casal ora um é receptivo e coeso e outro é disperso e expansivo e ora é exatamente ao contrário. 
                      Na lótus as manifestações são faces do princípio divino Kwan Yin, que se manifesta ora em Maitreya - masculino (ou Awa Lokitesvara, ou Kannon), ora como Kwan Yin  - feminino (ou Kanzeon bosatsu, ou Prajnaparamita). Temos 33 arquétipos principais - energias puras da divindade e 75 manifestações dos 5 movimentos originais totalizando 108 formas básicas. Dentro delas os aspectos da criança, do jovem, do adulto e do ancião. Explicaremos isso em livro com uma linguagem simples e acessível. Nossos remédios feitos de essências de flores também seguem este princípio numérico sagrado contando com 108 vajras, jóias sem substância floral. 

                      Vide: http://floraislotusalchemist.blogspot.com/


quinta-feira, 5 de julho de 2018

              A natureza de Kwan Yin é vacuidade e não forma, assim, segundo as sutras orientais, ela toma a forma do ser que mais se aproximaria de nós em nossas necessidades, mesmo que seja uma outra divindade. Ela é manifestação misericordiosa do próprio criador e de todas as suas demais  manifestações. 
             Lembro ainda do dia de sua aparição quando perguntei do por quê ela veio e ela respondeu: - porque você apelou a mim. 
             Eu não sabia quem ela era e nunca havia chamado por ela. E ela se transformou ali, na minha frente em Nossa Senhora de Lourdes. Com amor e paciência me respondeu: - foi para esta forma que apelaste aos teus 14 anos e te entregaste ao serviço da obra maior. Eu ouvi. Mas vim apenas quando você poderia compreender minha aparição sem medo. - explicou e voltou a forma oriental. 
             Eu chorava muito de fé e gratidão, porque não compreendemos do motivo de um ser iluminado aparecer para uma pessoa comum. Ainda conheço pessoas que não entendem e eu na época não entendia. Mas a explicação é bem simples: a luz do divino e do sagrado é para todos que apelam sem julgamentos. Isso não significa que a partir de então nossa vida vai ficar perfeita. Nem perto disso. Apenas significa que estabelecemos um canal por onde a luz se manifestará. Aprendi isso melhor com um pastor evangélico que dizia: - as missões que o Senhor me passa nem sempre são fáceis ou alegres, são apenas trabalhos a serem feitos tanto em mim quando para as pessoas e coisas. 
             Diz a sutra: - Ela tomará a forma de ser divino, ou de um cachorro ou de um escudo ou de uma chuva ou tantas formas quanto forem necessárias para estar com quem apela. 
              Desta forma: não importa para quem se pede a luz sempre virá. Nós podemos estar com bloqueios ou aura mais densa, mas a luz estará fluindo, e para que ela tenha acesso a nós que servem as purificações, limpezas e orações.
              Bençãos de luz para sua vida! 

Escreverei mais!
Com carinho Yasoha.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

O guardião interno de cada um!

                 
Na Lótus a figura do guardião ou guardiã não apenas representa o grupo dos espíritos que protegem o darma dos praticantes como também o próprio espirito guerreiro que temos dentro de nós. Meditar sobre a Lótus e sentir a energia percorrer todos nossos meridianos e chamar pelo guardião interno, pode ser uma experiência maravilhosa. Traz força, coragem e poder pessoal. Cada um de nós tem um guardião ou guardiã interna muito próprios. Basta chamá-los e sentir, perceber sua energia dentro de si mesmo (como fazemos nas constelações). O ideal é que dediquemos uma hora do dia ou um dia da semana para perceber e sentir nosso guardião interno e os guardiões da Lótus. São milhões de protetores de várias dimensões e locais do cósmos que fizeram voto perante a amada Kwan Yin ou o Amado Maitreya para atuarem protegendo o darma (caminho de luz) dos praticantes. Medite, sinta, visualize. Você só tem a ganhar com isso!

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

NAIXIN - PRATICA DA KWAN YIN DA CACHOEIRA PARA DESENVOLVIMENTO DA PACIÊNCIA, AMOR PRÓPRIO E SABEDORIA




                               Amados de todo coração, abençoados sejam em luz, carinho e caminhada!
                            Esta prática é aberta para todos, iniciados nas praticas de Lótus ou não. Assim qualquer pessoa poderá fazer para seu desenvolvimento pessoal ou para abençoar alguém que conhece.
                     A paciência é uma das grandes artes que ao longo de sua jornada encarnatoria os mestres de luz desenvolvem. Quando de idade avançada esta lição vem para todos nós na forma de limitações e dependências que muitas vezes nos trazem aflições e amargor. Na velhice temos uma grande oportunidade de evolução antes do desencarne e esta evolução se dá com o aprendizado da paciência, do desapego das pessoas e locais a nossa volta, e também da vida que tivemos ao longo desta jornada. 
                              Você deve estar se perguntando se esta é uma pratica para auxiliar idosos na sua ultima fase da encarnação. A resposta é: até podemos, mas este não é o foco principal desta saddhana. 
                                     Tenho visto tantas pessoas perdidas em meio a seus egos, cegas, sofrendo e destruindo suas vidas. A causa, falta de amor próprio, não aceitação da vida que se leva para a construção de uma vida melhor a cada dia. 
                                      Quando falo em ego não estou falando da vaidade na frente do espelho ou quando dizemos que somos os melhores ou somos egoistas. Estou falando de toda vez que alguém se rejeita na frente deste mesmo espelho. Quando nos sentimos fracassados, incompetentes, burros, ignorantes, feios, inadequados...enfim, infelizes. 
                                        Esta não aceitação pode vir da alma a se recusar de viver seus aprendizados e também da comparação gerada por uma sociedade que tem o vício de padronizar os seres, mas que como de local para local a padronização muda e de ano em ano ninguém, nunca esta satisfeito consigo mesmo. A rejeição dos pais ou o excesso de mimos (o que gera incompreensão das rejeições da vida) também são uma causa ruim de crise de ego. 
                                    Com muito amor escrevo esta prática com base na luz da nossa amada Kwan Yin que se manifesta nas cachoeiras, tão bem representada aqui no Brasil e na África por Oxum e na Europa por Nossa Senhora de Nazaré. Para as pessoas de religiões exclusivamente masculinas o divino das cachoeiras se manifesta como face da divindade que cultuam sendo Jesus ou Allah ou tantos outros nomes que podemos dar ao sagrado, puro e divino quando vem a nós. 
                                         Esta não foi uma prática canalizada, mas inspirada, pois muitos outros seres de amor e luz, assim como minha divina presença Yasoha cooperaram para que ela venha trazer mais amor, mais luz e perfeição a sua vida! Para vida de todos nós. 

Com carinho, Yasoha, Porto Alegre, 15/01/2018 e.c., Brasil

NAIXIN - PRÁTICA DO AMOR FLUENTE!


Preliminar - Sente-se de forma confortável onde estiver e não for ser incomodado ou use fones de ouvido. Se puder sente-se numa pedra a beira de uma queda de água, se não puder apenas se conecte pelos pensamentos. Esta é uma pratica que pode começar com 21 dias, mas seu ideal, mesmo com interrupções, é ser feita por 108 dias, pois levamos as vezes alguns anos em outros casos alguns séculos para desenvolver o desequilíbrio. Somente você poderá sentir quando ela estará perfeita amando completamente a si mesmo, sem comparações com nenhum ser ou pessoa e quando estiver transbordando este amor para outrem. Isso não exclui processo de raiva momentâneos tão típicos de se ser apenas humano. Lembre-se: somos apenas grãos de areia cósmica. Para ter certeza disso basta comparar o tamanho dos astros com o nosso ou sobrevoar algum lugar...sob os olhos do encima, nossas formas não são vistas mas apenas sentidas por seus corações de luz. 


PRATICA - 

ABERTURA - De mãos postas em oração (Gasho-o) palma com palma e dedos apontando para cima. 

Amados seres de luz, meus guardiões e protetores, Senhores do Chama Azul que protege e ordena todas as práticas. Vinde e ficai comigo durante todo este processo de luz e dedicação.
Yasoha e Yohar, mestres amados, vinde até mim neste momento, que eu sinta suas luzes a me guiar e comigo se comunicar. Vocês que nasceram da Lótus de luz, mas ainda vivem nesta terra tão humanos quanto eu e todos os que aqui ainda estão em jornada, me mostrem e me guiem na vida e nesta prática iluminada. 
Amada Kwan Yin das Cachoeiras, que flui em luz por todas as almas e por toda matéria existente, venho até vós, amada mãe pedindo que transforme meu ser, removendo os venenos do ego, as ilusões da intolerância, o desamor, a vaidade, a rejeição e tudo que me impede de ser plenamente paciencioso sem ser apático. Fazei de mim a água que flui sobre as pedras, mansa, tranquila, aberta, leve e feliz. 

OM YA SOHAMMMMMM (21 OU 108X) - sinta sua guia com vc.
OM YO HAMMMMMM (21 OU 108X) - sinta seu guia com vc.
NA-MO LUNG CHIEN KUAN YIN (21 OU 108X)- sinta a energia da divindade da cachoeira na forma em que se apresentar.

Após o mantra relaxe sua mente e deixe que atuemos em você.

ORAÇÃO

           Diante de vós bem amados da luz peço consciência te cada detalhe do meu processo que aqui quero transformar e curar. Que me mostrem de todas as maneiras tanto os pensamentos, sentimentos e atitudes errôneos quanto as formas de cura e transformação. Rogo a vós pelo amor que brota com vontade e força dentro de mim, que junto com sabedoria e compreensão me permitem fluir, conviver e não me queixar. Durante muito tempo depositei a culpa de meus atos nos ombros de outros, me queixei, falei e até praguejei, mas reconheço que isso só trouxe mais incompreensão, erro e dor. 
           Mestres queridos, por favor atuem em meu ser material, em minha vida, em meu espírito trazendo transformação. Eu a cada dia me esforçarei mais e mais, praticarei incessantemente até que sinta este amor e possa levá-lo aos demais seres. Dedico esta pratica a meus ancestrais que ja aprenderam as lições do amor e da paciência e peço que se curem e elevem aqueles que saíram desta vida sem este primoroso aprendizado.

          Primeiro Yohar chegará e com um exercito de protetores quebrará todas as couraças, encaminhará todos os seres presos por habitos e sentimentos igualmente danosos, reconectará você a luz do centro da terra e do centro dos céus, removerá obstáculos internos e externos com grande luz azul. Ao final repouse por alguns segundos em silêncio e na paz.
          Em segundo lugar chegará Yasoha que lhe preencherá de grande amor e compaixão, saindo das mãos e do coração dela, cercando você com muitos boddhistvas e anjos trazendo profundo censo de amor e auto-aceitação. Tornando seu espírito, essência e corpo unos em amor e alegria. Sinta-a lhe abraçar e se abrace. Repouse neste amor.
          Por último sinta as águas do Deva das águas, de Kwan Yin da cachoeira, como se você mesmo se tornasse água pura, fluindo por sua vida e para a vida das pessoas, saciando suas sedes de luz e amor, preenchendo-se com o amor delas, vendo tudo com a tranquilidade que a água percebe, compreendendo o tempo que não é contado pelos homens mas é o tempo que o universo percebe. Apenas flua livremente. 

AGRADECIMENTO E ENCERRAMENTO

           Neste momento com a paz transbordando em meu ser, volto a sentir a integridade de meu corpo e com meu espirito pacificado dentro de mim. Eu sou puro amor que flui por esta terra e pela vida (3x). Sinto meus amados mestres e todos os seres de luz a minha volta criando agora um uma esfera aconchegante de proteção amorosa que fixa 100 vezes o resultado da prática realizada. Sinto-me forte e seguro. No dia a dia não critico mais porque os erros tanto meus como dos demais não me afetam, ao contrário disso eu aprendo com eles. Observo a mim mesmo como uma luz que em meio a tantas outras, viva, capaz de compartilhar, serena e em paz. Diante dos conflitos que por venturam surjam no dia a dia não me abalo observando com sabedoria e aprendendo. Fluo. Pois assim é a água e assim é a luz. Gratidão agora irradio aos meus queridos seres. Flores de Lótus iluminadas sinto brotar em todos que antes eu criticava, no meu ser interno, nos meus amados Mestres e em todas as cachoeiras do mundo!

            Respiro profundamente e retorno a consciência em paz. 
            Amados Mestres concluo esta pratica muito feliz!



segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Kanzeon Bosatsu

Por Kanzeon -
"Amados seres de luz. Minha manifestação compassiva que se apresenta para os Japoneses e aos amados do Seicho No ie tem se aproximado em muito de vossa mestra Yasoha. Durante anos ela que é uma de minhas manifestações nesta terra vibrou e irradiou minha mais pura energia de minha manifestação chinesa. Vós sabeis através do sutra do Lótus que me manifesto de várias formas, sempre sendo aquela que mais se aproxima daqueles que a mim recorrem, assim devido a popularidade de minha manifestação como senhora da chama violeta e Mãe Divina da China esta foi a segunda irradiação que vossa Mestra emanava e canalizava. A primeira foi de Nossa Senhora de Lourdes. Mesmo eu não tendo vivido como mãe do mestre Jesus em terra, uma das minhas manifestações para chegar aos ocidentais e transmitir o amor das mães divinas foi em Lourdes. Na China me manifestei muitas vezes em cavernas e grutas e isso se dá pela minha afinidade original de meu mistério que pertence ao reino mineral neste planeta.
Como sabem minha origem cósmica pertence ao Sol da Estrela Vega em Lira.
Qual seria a diferença entre as 3 manifestações: Lourdes, Kwan YIn e Kazeon?
Lhes digo que é a forma que suas mentes e corações dão a luz que me é inerente. Lourdes remete ao socorro dos aflitos, Kwan Yin a terna mãe compassiva e Kanzeon a força salvadora pura emanação de Buda. Mas neste caso Buda muda seu sentido de desperto e de um estado de ser para fonte irradiadora de luz universal, como assim sentem os Japoneses. Tudo está correto.
Porque desta transformação? Porque esta força de minha terceira emanação é fundamental neste período que surge para todos! Necessitam de fé, de força e de libertação das correntes ilusórias que lhes aprisionam e assim a partir de hoje assinarei aqui como Kanzeon!
Que a luz esteja com todos com muito amor!"
Kanzeon Bosatsu!


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

CHAMA TRINA - O QUE É

Chama Trina




A chama trina, que nada mais é do que o fogo divino. E tal qual o fogo que percebemos no fogão ou na fogueira, tem três temperaturas, 3 comprimentos de onda, e assim sendo 3 cores.

A energia azul – que é a mais quente e veloz, chegando pelo sol ao planeta terra no primeiro raio da manhã, gerando nosso lindo céu azul matinal, quando entra em contato com o ozônio, traz em si informações puras da vontade da fonte (Deus/Deusa), que ativa nosso coração e nosso inconsciente depositando ali a inquietude que nos impulsiona fazer qualquer coisa. Seria o que verdadeiramente chamamos de fé. Aprendemos que fé é crer, se assim fosse, não seriam duas palavras. Crer em algo é acreditar sendo real ou não, mentalmente que algo existe. Isso nos torna crédulos e muitas vezes iludidos. A vontade maior que vem nas partículas da luz azul e que quando a chama divina, manifesta da divindade, se ativa dentro de nós como um emissor de informações passadas pela fonte, assim como uma antena transmite informações vindas de uma estação de tv. Sentimos este azul, como algo que nos move, que incomoda, até que consigamos descobrir o que é. A vontade do divino é o chamado. E esta energia te move e te da disciplina para tudo. Pois não larga de te incomodar até que você faça o que deve ser feito. Mas antes, você precisa saber o que é.
A energia amarela – que é mais fria que a azul e chega ao planeta ao meio dia, baixa a velocidade do nosso sistema nervoso central e dos neurônios. Possibilitando assim que organizemos e compreendamos a vontade que temos. Por isso a compreensão é a chama amarela da sabedoria.
O verdadeiro despertar consciencial acontece quando passamos a compreender a vontade maior que está em todos os seres. Toda vez que invocamos a chama amarela da sabedoria passamos a compreender a nós mesmos, o mundo e a vontade maior. Tanto o chá de camomila, quanto a vitamina D, quanto a pedra de citrino são fixadores de substancias. Da mesma maneira a cor amarelo dourada do sol ativa esta fixação. O fogo da fonte fonte divina fixa a vontade maior que se expressa através de nós nas muitas dimensões do nosso universo. A vontade de fazer o bem, de ser compassivo e se iluminar, nada mais é que a vontade da divindade nos incomodando para que compreendamos que mais importante que tudo é que realmente reconheçamos e compreendamos que ela, divindade, está em tudo. Ora ocultada pela escuridão gerada pelos nossos pensamentos ruins ora muito perceptível quando nada pensamos ou estamos distraídos apenas contemplando esta manifestação. Como olhar para o sorrido lindo de uma criança. Nada julgamos e nada pensamos, apenas ficamos felizes com isso. Contemplar e deixar que a divindade te mostre é compreender  a chama dourada. Quando compreendemos passamos a nos envolver, nos conectar com o que compreendemos. Esta conexão é cor de rosa.


A energia rosa – de cor de fogo entre vermelho e rosa, chegando ao planeta Terra ao entardecer, traz consigo a conexão com o divino. Numa palavra atual se chama link, assim nesta chama sagrada ficamos conectados com o divino. Quando esta conexão é plena a chamamos de amor. Amamos tudo o que nos conectamos de forma pura, sem a ilusão dos julgamentos. Sentimos a vontade do divino, compreendemos esta vontade completamente percebendo o divino em tudo, e nos conectamos a este todo ou tudo vivenciando o amor universal. A energia rosa é um conector, é a lei da atração, é o fixador máximo de todas as coisas, como o nosso sague o é. Devemos compreender que nos conectaremos com as energias que temos a nossa volta mas que estão dentro de nós. Por isso, fazemos práticas de remoção de obstáculos, para remover ilusões e não nos conectarmos mais com elas. Sentindo a divindade em nós, compreendendo esta divindade e amado temos o que chamam de despertar crístico, búdico ou iluminatório. Muitos praticantes de Lótus já alcançaram este estágio. Cada um tem seu tempo para isso.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Kshitigarbha "Protetor das Crianças, da Terra e resgatador dos infernos"!

Também conhecido no Japão como Jizo Bosatzu, e sendo para os japoneses uma das divindades mais populares, este monge surgiu em minhas meditações entrando pela porta.
Na verdade quando faço minhas práticas muitas vezes seres entram pela porta, foi assim como Kwan Yin também.
Ele era sereno, doce e risonho. Num primeiro momento nada falou, depois me esclareceu que vinha ajudar a Terra, que era responsabilidade dele, até o advento de Maitreya despertar, cuidar do planeta Terra. Conversamos sobre os "meninos mimados" que por capricho geram guerras e muita morte, não somente de seres humanos, mas principalmente no meio natural. Ele tranqüilizou meu coração e sorrindo disse que cada geração tem seus problemas e com estes seus aprendizados. Que devemos dar limites para as crianças, assim como todo amor e condições para bem crescerem e que não devemos fazê-las acreditar que tem poder sobre os outros mas sim responsabilidades para com eles.

Podemos e devemos chamar Kshitigarbha toda vez que queremos iluminar as crianças, toda vez que o planeta esta em crise ou ameaçado, todos os dias se quisermos ele como nosso guia e nos dedicarmos ao seu propósito de ajudar a Terra e as crianças. Ele também encaminha crianças abortadas e seus espíritos quando se revoltam. Ajuda a acalmar crianças cujo espirito vem de dimensões densas, infernais ou umbralinas. Devemos render-lhe oferendas (energias, não é negocio ou troca como algumas pessoas erroneamente pensam) quando quisermos resgatar a alma de alguém dos infernos. Esta pratica é linda demais, pois nem todos que estão ligados aos infernos são mortos. As pessoas iradas, descontroladas, insensíveis, violentas, chantagistas e manipuladoras também estão ligadas aos infernos.

Ao longo de minha caminhada fiz alguns exorcismos, mas da maneira mais doce possível. Num exorcismo não temos preconceito com os demônios, reconhecendo que são seres em estado de ilusão profunda. Nós os tratamos e elevamos. Não doutrinamos, pois na compaixão reconhecemos que em determinados estados de consciência a compreensão de uma doutrinação ou ensino é inviável. Para que aprendamos pelo saber precisamos ter a mente aberta. Aqui coloco uma pequena pratica para ajudar as pessoas e almas que morreram de forma drástica, ou que tiveram vidas com o coração pesado de iras, raivas, revoltas ou insensibilidade.

Faça esta pratica toda vez que você estiver descontrolado, irado, com ódio, mágoa, raiva ou desespero.

   Mesmo que não identifiquemos porque fazê-la, fala ao menos uma vez por mês na lua nova.

PRATICA DE SALVAMENTO E TRANSFORMAÇÃO

Imagine uma Lótus dourada sob seus pés, coloque-se em posição de oração com as mãos espalmadas uma de frente a outra, deixe seu coração leve pensando em coisas boas e visualize Jizo entrando pela porta da sua residência ou local onde vc se encontra. 

Ore

        "Querido boddhisatva Jisô Bosatsu, Kshitigarbha, senhor da Terra e da sabedoria, neste momento de luz venho chamar-vos para que estejas comigo nesta pequena mas poderosa prática.
Peço que junto convosco venha senhora Kwan Yin que remove ilusões e é toda compassiva em suas faces Sojiu - que salva dos infernos, Batto - que remove a ilusão da ignorância, da Cavernas de Pedras que no tira da clausura das ilusões e do Dração Mestre que resgata todas as almas. 

         Também peço aos sagrados guardiões da Lótus, seres que atuam em união perfeita, independente de credo, local ou dimensão, que protejam esta pratica e removam meus venenos e conexões infernais. Que sejam removidas de todos meus ancestrais (salvos e transformados em luz eles sejam), de toda minha família (salvos e transformados em luz eles sejam), conhecidos, amigos, pessoas de que creio não gostar, pessoas que destroem seres, coisas e a natureza, seres infernais, crianças perdidas nas trevas e abortadas. Que sejam todos transformados, curados e libertados com o vosso poder de luz!

         Neste momento sinto, visualizo e crio muita luz. Sei que tu estás comigo Mestre Jizô Bosatsu e que todos juntos manifestamos grande luz. Sob esta luz tudo se transforma. Milhares de flores de lótus brotam na escuridão como milhares de sóis. Tudo que parecia terrível e imperdoável se transforma em paz, beleza, calma e perfeição. Tudo o que eu não compreendia passo a compreender, tudo o que era antes trevas se transforma em luz.  

         Minha mente clareia e clareia minha alma. A mente de todos clareia, suavizado ficam seus corações e salva sãos suas almas.

         Tudo é luz e tudo é perfeição.

         Agora se manifesta Kwan Yin que acalma e Kwan Yin da Grande compaixão. Tudo passa a ser fácil perdoar, tudo é compreendido e perdoado.

        Agora medito junto a Kwan Yin, aos guardiões da Lótus e o amado Kshitigarbha percebendo, tomando consciência, sentindo e experienciando a paz profunda, o estado de completitude, onde só existe luz pura. 

         Após algum tempo deixando sua mente repousando em silêncio para experienciar....

         Agradeço a vós, de coração aberto e feliz, amado Kshitigarbha, a vós amada em que tomo meu refúgio, Kwan Shih In Pusa e a toda Lótus, por poder estar aqui praticando agora e atuando na obra maior da evolução e libertação dos seres! Gratidão! Gratidão! Gratidão!

OM Kṣitigarbha Bodhisattva Yaḥ (mantra)


            Que esta prática auxilie a todos a que ela recorrerem trazendo grande mérito e virtude! 
            Abençoados sejam todos!

Com amor.

Sri. Gabriela Yasoha

20.09.2017

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Yángguāng Guardiã da Consciência Solar


Guardiã da Chama Sagrada Dourada!
"Pela luz do divino ser central, fiz o voto de proteger todos aqueles que buscam o saber, o despertar de consciência, a compreensão de si e do universo. Protejo o meio do caminho entre sua vontade e a realização. Trago todos os meios para que se cumpra a ordem maior de luz na terra. Atuo junto ao sagrado Mestre Lanto e me reuni a ele porque fiz o voto de ervir a amada Kwan Yin em toda sua jornada de salvação. Hoje aprendo e hoje ensino. Me chamo Yángguāng (Luz do Sol) e toda vez que precisarem de mim basta chamar ou se for mais simples apenas chamem pela luz da cigana dourada ou de Kwan Yin que virei." Todos tem direito de aprender, todos devem despertar de suas ilusões e todos podem sim ter os meios para sua evolução. Interna (nos medos e bloqueios) ou externamente (sabotagens astrais) eu removo os obstáculos! Estarei ao seu lado seus projetos, meditações, expansões e aprendizados. Nunca me peça pra fazer o que você deseja. Não sirvo ao EGO. Peça apenas para que eu atue a partir da vontade mais iluminada de seu divino ser! Gratidão a Grande Lótus por poder me manifestar!" Canalizado pela Sagrada Mestra Yasoha


quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

VAJRAYOGUINI PRATICA

Quando somos iniciantes em qualquer pratica e observamos que nossos desejos comuns trazem angustia. Insatisfação com a vida que temos e ficamos apenas no mundo da ilusão vale chamá-la e incorporá-la. Ela surgira ao seu lado na Lótus. Ela pode ser chamada de Kwan Yin primordial, ela vem do sol. É uma divindade muito poderosa que deve ser invocada para ajudar todos adolescentes e pessoas que se perderam em desejos. 
Quando de uma maeditação nas dimensões superiores...acima da 33, trazendo a fonte primordial para terra, ela apareceu. Não a vi vermelha. Sua aura era feita de sol, ai sim vermelho dos gazes solares. Mas era uma mulher negra de cabelos longos vestida apenas de correntes de ouro e pedras. Visivelmente africana. De um poder incrível e assim podemos observar porque hora Kali é descrita negra e hora shkti, branca sendo elas irmãs gêmeas. Não era indianas mesmo quando sua tribo povou o vale do Indo. Eram africanas. Lindas africanas. Um ser ascenso, feito de sol e muito antigo. Uma buda primordial. Sentir sua força primordial no corpo ainda esta sendo uma aventura, pois ela coloca os instintos todos para fora de uma forma vulcanica para serem curados e eliminados. Quando meditamos com ela, parte da saddhana longa da lotus em praticas complementares, ela vem logo depois da invocação da mãe primordial Devi, no inicio da saddhana. Se preparem para uma tormenta de reações, mas quando fizemos sua pratica com afinco antes de Kwan Yin em sua face da compaixão, então ficamos vazios o suficiente para curar nossa parte primordial. 
Após Invocação da devi chame por Kwan Yin primordial e entoe seu mantra abaixo.


Om Om Om Sarwa Buddha Dakiniye Vajra Warnaniye Vajra Berotzaniye Hum Hum Hum Phat Phat Phat Soha, que significa:

- O primeiro OM simboliza o Corpo Verdade de todos os Budas; o segunda OM, o êxtase de Corpo de todos os Budas; o terceiro OM, a emanação de Corpo de todos os Budas (homenagem a Dharmakaya, Sambhogakaya e Nirmanakaya – corpos de Buda);

- SARWA Buddha DAKINIYE significa ‘Todos as Dakinis Budas’ (Dakini Interior), a clara luz da mente de um Buda (Vajrayogini a sua natureza de clara luz mente de Buda);

- Vajra WARNAYNIYE significa ‘ discurso vajra de Dakini’ (Vajrayogini está na natureza do discurso vajra de todos os Budas – vajra aqui é o grande êxtase inseparável da vacuidade);

- Vajra BEROTZANIYE significa ‘corpo vajra de Dakini’ (Vajrayogini é o corpo vajra de todos os Budas);  Hum Hum Hum é um pedido para Vajrayogini: ‘conceder as bênçãos de seu corpo, fala e mente para que atingir o corpo vajra, fala e mente de Budh ” (Hum energisa o pedido);

- Phat Phat Phat é o pedido: “pacificar os obstáculos exteriores, interiores e secretos’ (Phat é como um Mantra de destruição);

- SOHA constrói o alicerce de todas as realizações deste mantra ou que seja perfeitamente cumprido.




  MANTRA E MEDITAÇÃO. 

ENSINAMENTOS EM INGLÊS

abaixo estraido do site: http://www.espiritualidadefeminina.com.br/vajrayogini-shakti-orientadora-e-inspiradora-no-caminho-de-iluminacao-idam-tantra-heruka-vajravahari-dakini/

Vajrayogini – A Shakti orientadora e inspiradora no caminho de iluminação
BY SHAKTI · 07/12/2011

Vajrayogini – A Shakti orientadora e inspiradora no caminho de iluminação

Shakti (e também Prajna) não só tem o poder dinâmico de projetar ou dar a luz ao mundo, ao ego, a vida, a tudo o que é mutável e perecível, mas também tem o poder de consumir, de dissolver tudo o que veio dela. Porque isso tudo é impermanente, inter-relacionado e interdependentente formando, uma teia de fenômenos que possuem a mesma essência, ou seja, é uma unidade, que contém em si todos os opostos com as mesmas potencialidades, mas são percebidos e experimentados, ilusoriamente, pela consciência individual (ego) ignorante, como individualidades independentes gerando todos os enganos e por fim todos os sofrimentos. Quando se conscientiza dessa verdade o mundo ilusório, aparentemente desmembrado, partilhado, independente se desfaz pelo próprio poder de Shakti-Maya. “A energia vital, é por fim, não menos destrutiva do que criativa: assim também é a Deusa. A vida alimenta-se da própria vida. No final toda criatura torna-se alimento de outra.”

Para mostrarmos essa verdade sobre a impermanência deste mundo efêmero e o poder de renunciá-lo e aniquilá-lo, Shakti, já no sentido de Prajna, se manifesta como a Vajrayogini na tradição tântrica tibetana.



Figura – Vajrayogini

Antes de falarmos de Vajrayogini é importante verificar que ela possui característica muitíssimo semelhantes a Kali hindu.

Kali é a deusa indiana devoradora e aniquiladora, numa pobre interpretação, é o aspecto negativo do feminino, “A Sombra da Morte” . A palavra deriva de kala que significa ‘tempo’, mostrando a impermanência dos fenômenos da existência. Mais especificamente simboliza o “tempo negro,…o útero e o túmulo do mundo” , esta entre as “deusas mãe canibais……personificação do tempo que tudo devora” . Este simbolismo expressa tanto o seu poder de dar vida a totalidade, como também de destruí-la; assim como cria a ilusão, também tem o poder de destruir a ilusão, sendo assim, mostrar a verdadeira face da realidade. “A terrível… cujo estômago é um vácuo que jamais pode ser preenchido e cujo útero está eternamente parindo coisas.”



Figura – Kali



figura – Estatua Vajrayogini

“Prisão e libertação, ambas são obras suas … Ela é chamada a Redentora e a Removedora do cativeiro que prende a pessoa ao mundo.”

Assim Kali evoluiu em seu simbolismo e seu aspecto, na atualidade, é conhecido como Vajrayogini (=Adamantine Yogini), uma divindade meditational tântrica budista (chamada de yidam em tibetano ou sânscrito: ishtadeva) encarnando a feminilidade totalmente esclarecida (iluminada), mas também a sabedoria enérgica.

Vajrayogini é a principal Dakini (“espaço-corajoso”, “mulher celeste” ou fada da nuvem, é a “encarnação da mulher iluminada de energia),  um aspecto orientador e inspirador no caminho da iluminação de um praticante tântrico.



Figura – Vajrayogini

O termo Dakini deriva da raiz dak que significa “para já acenam com som”, ou seja,  a chamada ou bata, mas pode ter origem numa palavra bengali que significa intactos ou par (de parceira). As Dakinis aparecem no Hinduísmo, na tradição Bön, mas são prevalencem no budismo Vajrayana tibetano onde a Dakini, ou tem temperamento de irado ou é uma musa inspiradora para espiritual prática.  Na sua essência, Dakinis são deidades femininas de forma enérgica, evocativa do movimento e da energia no espaço. Na tradução como ‘mulher celeste’, o céu ou espaço indica ‘shunyata’, a insubstantiabilidade dos seres e dos fenômenos, sendo simultaneamente, a pura potencialidade para todas as possíveis manifestações. Elas são associadas a diversas funçoes da energia, ligadas ao caminho da transformação como, por exemplo, a energia das emoções negativas (kleshas) ou venenos são transformadas na energia da luminosa consciência (esclarecida) ou sabedoria (jnana).

As Dakinis estão classificadas em três classes. Dakinis Exteriores, Interiores e Secretas. Dakinis secretas representam a própria Prajnaparamita (tibetano yum chenmo) ou nulidade, o vazio de acordo com a natureza da realidade doutrina budista Mahayana. Dakinis interiores são divindades meditationais (tibetano: yidam), totalmente esclarecida (Budas) que ajudam o praticante a reconhecer sua própria essência budica. Já as Dakinis exteriores são as formas físicas da Dakini, alcançadas através de práticas tantricas tais como o Seis Yogas de Naropa que trabalham com as energias sutis do corpo de modo que o corpo fique compatível com uma mente iluminada.  A Dakini exterior é, na verdade, uma Dakini em forma humana.  Ela é uma Yogini, ou praticante tântricos já realizada ou com altas realizações, mas pode também ser um karmamudra, ou consorte, de um Yogi (praticante masculino, também possuidos de determinadas realizações).



Figura – Dakini

Dakinis também podem ser classificados de acordo com o Trikaya, ou seja níveis de corpos. Dharmakaya Dakini, que é Samantabhadri, representando a origem dos demais corpos onde aparecem todos os fenômenos em essência (como vacuidade);  sambhogakaya dakinis, que são aquelas Dakinis escolhidas para a nossa prática, e as nirmanakaya dakinis, que são as mulheres que nascem ou que adquirem potencialidades especiais, ou até mesmo todas as mulheres, em geral, como eles podem ser classificados em três dos cinco famílias de Buda.

Encontar a Dakini, ou ser iniciado por ela, é uma etapa, entre as últimas, no caminho do budismo Vajrayana (caminho da Iluminiação) ou Budismo “esotérico”. A primeira é o encontro com o guru que dá a iniciação (ou empoderamento – transmissao de poder – energia) referente ao aspecto Dakini, isso corresponde à primeira realização, do praticante, sobre a verdadeira condição da realidade. A segunda fase corresponde à Contemplação da imagem da Dakini escolhida, e a terceira é a união mística com a Dakini (se tornar um com ela), pois é ela a fonte das actividades de realização.  No Dzogchen (rdzogs chen) estas três fases referem-se a tawa (LTA ba), gompa (sgom pa) e chöpa (spyod pa). A primeira é a visão direta da verdadeira natureza da realidade (vacuidade dos seres e fenômenos) e não apenas uma idéia intelectual da realidade. A segunda é a continuidade desta visão (familiaridade), em sessões de Contemplação; e o terceiro é a continuidade deste visão nas atividades da vida quotidianas, bem como a utilização das imperfeição para tornar a visão ininterrupta.  Por isso, a mente sutil (pode-se até dizer inconsciente coletiva) também pode ser representada pela Dakini por encarnar o indissocialização entre vazio e sabedoria.

Para os não praticantes, as Dakinis encarnam o espírito do furor feminino, ela aparece para dançar em um frenesi selvagem, no caos, destruição e transformação.  A cólera presente nelas é para demonstrar os próprios estados de raiva, ganância e ilusão que os indivíduos devem cortadas-eliminar e transformar.  A determinação e a forte energia que elas exprimeme são necessárias para cortar as raízes da ignorância que levam a estes estados negativos.

Na forma sombria, a Dakini está relacionada com Valquíria na mitologia Nórdica. As valquírias eram deidades menores, donzelas e servas de Odin. O termo deriva do nórdico antigo falkyr ou valkyrja, algo como “as que selecionam os mortos em batalha”. Elas eram mulheres jovens e belas, louras de olhos azuis, que apareciam montadas em cavalos alados, armadas com lanças, elmos, As valquírias cavalgavam nos céus com armaduras brilhantes que faiscavam causando o estranho fenômeno atmosférico da Aurora Boreal. Elas sobrevoavam os campos de batalha escolhendo os melhores guerreiros, os mais corajosos, recém-abatidos eram escoltados para Valhala, o salão de Odin no Valhala, a morada dos deuses. Eles lutavam todos os dias e festejavam todas as noites preparando-se para Ragnarok, quando ajudariam a defender Asgard na batalha final, em que os deuses morreriam. Porém Odin tinha um acordo com a deusa Freya, chefe das valquírias, que levava metade desses guerreiros seu palácio.

Assim, como em Kali, esta qualidade irada é temível. No dialeto hindu, a palavra dakin refere-se a uma bruxa, como espírito feminino terrível, mas não necessariamente feio, podendo ainda chegar a corresponder um espírito feminino mágico, como uma Fada, relacionando-a as florestas e jardins ou as ninfas do céu. Mas, independente da aparência, dakinis são compreendas como manifestações que aparecem em forma feminina, a fim de ajudar os seres humanos.  Elas podem aparecer como linda donzela, voluptuosa, graciosa, pode ser até mesmo angelical.  Porém a Dakini aparece também como mulher feroz, para ajudar a superar os obstáculos da nossa aspiração de fazer progresso espiritual.  Eles são geralmente retratadas dançando e possuindo apenas jóias como suas vestimentas.

Ela é o feminino transcendente que manifesta-se em visões, sonhos, meditação e experiências. Para o meditador espiritual, Dakini simboliza os níveis de realização pessoal: a sacralidade do corpo, tanto do homem, como da mulher; em meditação, o profundo ponto de encontro de corpo e mente; o domínio da prática ritual, e, finalmente o vazio.

Outras funções de uma Dakini são a de protetora e de auxiliadora para atingir as quatro atividades iluminadas (pacífica, incrementadora, magnetizadora e irada). No budismo Vajrayana ela é a reveladora, condutora; a matriz ou a fonte da auspisiosa iluminação.   Em diversas práticas tântricas, a cooperação de uma Dakini, como consorte e companheira é considerado essencial, pois podem transmutar e transformar a energia sexual, usando o próprio desejo para libertar praticantes do apego e poder prosseguir co caminho.

Assim, como a Rainha das Dakinis, Vajrayogini é vista como “a última floração feminina de energia que se situa dentro de todos nós”, um Buda plenamente iluminado, a essência da totalidade-além dualidade, além do ego.  Ela reúne em si todas as qualidades budicas.

Vajrayogini também pode ser chamada de Khandaroha (em tibetano) que significa ‘aquela que atravessa o céu’ ou que “se move no espaço- ou vácuo-vazio-éter”, ou ‘bailarina do céu ” ou ” caminhante do céu” ou “sabedoria do vazio”. Ela é uma das divindandes mais presentes nas práticas tântricas (sadana) da atualidade pois, a prática que a ela pertence é a mais simples e ela também resume em uma única deidade de meditação todos os principais aspectos das demais, tanto femininas como masculinas. Vajrayogini esta presente em todas as escolas do budismo tibetano, inclusive desta geração de Lamas como Lama Yeshe, Lama Zopa, Geshe Kelsang Gyatso, Geshe Tharchin, Gehlek Rinpoche e outros.  Ela é uma jóia que liga o budismo, fonte de mediação tântrica que foi para o Tibete, para a China e está no ocidente, trazida por esses Lamas.

Figura – Vajrayogini

Mesmo com sua aparência irada, sua compaixão é ilimitadas por todos os seres. Sua oração, mantra, mandala e selo podem potencializar as mentes das pessoas no sentido da libertação. Ela age com intensivamente para eliminar, destruir o veneno da ignorância, do desejo, da aversão, da inveja e do orgulho, mas principalmente do ego, a noção do eu separado dos outros e do mundo.

Ela pode aparecer sozinha como também em união com um consorte, Heruka Chakrasamvara, neste caso seu nome é Vajravarahi, a Dakini da sabedoria, como acontece no Chakrasamvara Tantra.  Ela está associada com o Buda Vairocana, seu parceiro é Chakrasamvara, e ela foi a tutelar Dakini dos adeptos Marpa, Milarepa, Gampopa e Phagmogru.  Cinco das emanações Vajravarahi’s são conhecidos como os cinco Dakinis Sabedoria, que aparecem no chamado bardo, ou seja, no estado intermediário após a morte e anterior ao renanscimento.



Figura – Heruka com Vajravahari

Ela é a “Sarva-buddha-Dakini”, a Dakini que é a essência de todos os Budas. Vajrayogini, bem semelhante a Kali é mostrada, normalmente como uma jovem nua, de corpo vermelho translúcido escuro e está de pé.  Sua nudez mostra sua essência de vacuidade. Seu corpo vermelho significa o arder de seu fogo interior para destruir as delusões. Com mais um olho central mostra que não só apenas compreende o passado e futuro (os olhos da esquerda e direita) como sabe vivenciar o presente. Sabe estar presente, estar atenta a vida no memento real em que ela acontece. Este terceiro olho, fixado em sua testa verticalmente também representa a sabedoria superior.  Ela têm, em uma mão, um crânio cheio de sangue que pode também ser ser interpretado como com sangue menstrual ou o elixir da vida (Amrita, o néctar de êxtase), mas também significa sua experiência na chamada ‘clara luz de êxtase’ (a máxima realidade do vazio luminoso). Na outra mão e impõe uma faca curvada (Kartika ou Tri gug) simbolizando o poder de cortar o continuum das delusões e obstáculos.  Seu cabelo é preto e comprido indicando que está livre do ego. As vezes, se aparece com forma mais humana, têm cabelos cor de laranja. Usa uma grinalda de crânios humanos, uma pedra preciosa vermelha e oito raios de ossos na cabeça representando a perfeição de esforço de todos os Budas. Tem um colar de cinqüenta ossos que simbolizam as cinqüenta energias purificadas. Possui brincos (perfeição de paciência), jóias no pescoço (perfeição de dar), no coração (perfeição de estabilização mental), pulseiras nos braços e pernas (perfeição de disciplina moral) e na cintura. Carrega um khatanga (lança) inclinado contra seu ombro esquerdo, simbolizando sua união com o consorte Heruka (He= vacuidade, Ru=grande êxtase, Ka=união de vacuidade e êxtase) Chakrasamvara. Na extremidade do khatanga há um vajra  de ponta única que representa a proteção. Sua expressão é irada, apesar de bela.  Seu corpo está radiante vermelho aceso como o calor do fogo e está rodeada por um anel de chamas da sabedoria. Ela dança sobre dois cadáveres, que representam o domínio completo sobre as delusões do apego ao ego e a expriência, do ódio e da ignorância.  Vajrayogini é freqüentemente associada com triunfo dinâmico sobre ignorância e libertou-se dos medos do samsara e da individualidade, podendo enfim, conduzir todos os seres a este mesmo estado.



Figura – Vajra ou Dorge



Figura – Vajra ou Dorge duplo

A esfera celeste ou “terra pura” de dakinis é chamada Khechari.

O Mantra de Vajrayogini é: Om Om Om Sarwa Buddha Dakiniye Vajra Warnaniye Vajra Berotzaniye Hum Hum Hum Phat Phat Phat Soha, que significa:

- O primeiro OM simboliza o Corpo Verdade de todos os Budas; o segunda OM, o êxtase de Corpo de todos os Budas; o terceiro OM, a emanação de Corpo de todos os Budas (homenagem a Dharmakaya, Sambhogakaya e Nirmanakaya – corpos de Buda);

- SARWA Buddha DAKINIYE significa ‘Todos as Dakinis Budas’ (Dakini Interior), a clara luz da mente de um Buda (Vajrayogini a sua natureza de clara luz mente de Buda);

- Vajra WARNAYNIYE significa ‘ discurso vajra de Dakini’ (Vajrayogini está na natureza do discurso vajra de todos os Budas – vajra aqui é o grande êxtase inseparável da vacuidade);

- Vajra BEROTZANIYE significa ‘corpo vajra de Dakini’ (Vajrayogini é o corpo vajra de todos os Budas);  Hum Hum Hum é um pedido para Vajrayogini: ‘conceder as bênçãos de seu corpo, fala e mente para que atingir o corpo vajra, fala e mente de Budh ” (Hum energisa o pedido);

- Phat Phat Phat é o pedido: “pacificar os obstáculos exteriores, interiores e secretos’ (Phat é como um Mantra de destruição);

- SOHA constrói o alicerce de todas as realizações deste mantra ou que seja perfeitamente cumprido.



Figura – mantra Vajrayogini com sílaba semente BAM ao centro

Sua letra ou sílaba semente é BAM visualizada em vermelho e representa a natureza da mente de grande êxtase e vacuidade.



figura – sílaba semente BAM

Vajrayogini tem a função de Yidam (Aquilo), o arquétipo para meditação com o qual se mantém um compromisso (sânsc. samaya, tib. damtsig / dam tshig). Ydam é uma forma divina na qual vai substituindo a própria identificação (identificação com o Ego), integrando as virtudes (energia) e sabedorias relacionadas a esta forma (arquétipo).

Sua meditação acompanha uma mandala. Vajrayogini é o seu símbolo central, no meio de uma estrela de seis pontas (Selo de Salomão) que compreende dois triângulos entrelaçados significando a união dos opostos.



Figura – Mandala Vajrayogini I



Figura – Mandala Vajrayogini II

Mantra visualizações Vajrayoguini PDF Imprimir E-mail
Vajrayogini Mantra

BAM

Existe um número de maneiras para visualizar o mantra Vajrayoguini em torno da carta de sementes BAM. Comum a todas as tradições do Yoga é 9 (de recitação verbal e mental), com o pé BAM sobre uma almofada de lua dentro de dois tetraedros de interseção, o dharmodayo ( mais sobre isso na seção de FAQs). Veja uma versão animada no exemplo 1 abaixo.

Aqui é o (1 linha) versão em sânscrito:

Vajrayogini Mantra in Sanskrit

Aqui garland o mantra em sânscrito:

Vajrayogini Mantra in Sanskrit

Como as sílabas são dispostos em torno do BAM sentido anti-horário é sujeito a um ponto de vista diferente no Sakya e as linhagens Gelug. Na tradição Sakya ele lê as sílabas e na Gelug as letras de uma forma anti-horário. Você pode visualizar ou baixar o gráfico comapring ambas as visões de aqui .

A outra diferença passando por todas as tradições é se os stands de mantras ou círculos ao redor do BAM. Exemplos 1 a 3 seguir a primeira interpretação, por exemplo 4 a este último.